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Crítica Círculo de Fogo (2013)


12 de ago de 2013

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Título Original: Pacific Rim
Dirigido por Guillermo Del Toro
Com Charlie Hunnam, Idris Elba, Max Martini, Rinko Kikuchi, Clifton Collins Jr, Diego Klattenhoff.
Gênero: Ação, aventura, ficção científica.
Duração: 123 minutos
Avaliação: Excelente – se quer um filme de ação...vai fundo!


            Se fosse usar uma expressão para resumir o filme seria f***.Mas tenho que manter o nível do blog, então, tentarei me expressar de outra forma. Círculo de fogo é um filme ação, com robôs, monstros e lutas( minha classificação de filme testosterona), não vá assistir esse filme pensando em ter uma epifania, tendo isso em mente, prepare-se para duas horas de boa distração.
                Em um futuro não muito distante, a Terra foi invadida por seres de outro universo, mas contrariando todas a previsões, os invasores não vieram do espaço, e sim do fundo do oceano Pacífico, a partir de uma fenda. Os invasores foram nomeado de Kaijus, classificados em níveis, quanto mais alto o nível, maiores e perigosos são os invasores. Para combater esses invasores, o mundo em um esforço conjuto, criou robôs de combate, chamados de Jaegers, “pilotados”, em regra, por duas pessoas ligadas por uma conexão neural.
         O filme acontece no momento em que a utilização dos Jaegers encontra-se desacreditada , pelo seu custo de manutenção, dificuldade em encontrar “pilotos” compatíveis e taxa de sucesso em derrotar os Kaijus, que alcançam novos níveis, tornando-se mais dificeis de derrotar, causando mais mortes e destruição. Os líderes mundiais decidem então acabar com os Jaegers, preferindo constuir uma muralha, fechando os litorais.
                Crédulo sobre essa solução política, Stacker Pentecost, comandante do “projeto Jaegers” resolve manter os robôs, realizando uma última tentativa de combater efetivamente os Kaijus. Para isso, organiza os pilotos remanescente dos Jaegers, inclusive Raleigh Becket, antigo piloto que sofreu grande perda pessoal e que necessita encontrar um novo parceiro para superar o trauma e voltar à ativa.
                Do ponto de vista técnico, o filme é impecável, os efeitos são primorosos e pela primeira vez, me arrependi de não ter assistido um filme em 3D.  As batalhas são bem elaboradas e ineditamente não me deixaram com dor de cabeça (sou meio sensível com essas coisas).  O roteiro, é outra história, tem uns delizes, uns plots mal desenvolvidos (o filme tem personagens com grande potencial dramático), mas é um filme de ação, dá para relevar, porque o filme é bem sucedido na sua proposta:  Entreter. Uma coisa que não gostei do filme foram algumas cenas do tipo: “do nada!”, que supostamente serviriam de alívio cômico.
# Go Gipsy Danger
              Finalizando, porque está ficando uma análise longa, Círculo de Fogo junta os melhores elementos do anime Evangelion (deu até vontade de rever) e de filmes como Godzilla e Independece Day,  criando aquele que até agora, na minha opnião,  é o melhor filme do gênero do ano! Eu literalmente sai da sessão com um sorriso no rosto, e vi que outras pessoas também estavam desse jeito.
  
Só um parênteses sobre a direção: Acho que esse é o projeto mais ambicioso de Del Toro em termos técnicos, orçamentais e ele se sai muito bem, claro que as características do diretor de Hellboy e Labirinto do Fauno estão presentes, sobretudo no design dos Kaijus.
 

 Curiosidade:
Homenagem a Evangelion
Trailer:

comentários pelo facebook:

2 comentários:

  1. Tô com muita vontade de assistir esse filme, já tinha visto o trailer e do tipo de "filme legal de distração" que eu gosto!

    http://www.blogfamilymore.com/

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